sábado, 30 de setembro de 2017

Radamanthys, Aiacos e Minos, os 3 Juízes do Inferno!

Depois de terem recebido as honras da sepultura, e atravessado o Estige e o Aqueronte, as almas comparecem ante os seus juizes. Os juizes são três: Radamanthys, Aiacos e Minos.
Aí os príncipes despojados do seu poder, os ricos privados dos seus tesouros confundem-se com os humildes e com os pobres: os culpados não podem contar nem com apoio nem com proteção; a calúnia não pode manchar nem mesmo atingir as pessoas de bem.
O tribunal está situado em um lugar chamado Campo da Verdade, porque nem a mentira nem a maledicência podem aproximar-se; de um lado confina com o Tártaro, do outro com os Campos Eliseos.
Os dois primeiros instruem a causa, e pronunciam geralmente a sentença; em caso de incerteza ou indecisão, Minos, que ocupa o lugar mais elevado entre os outros dois juízes, intervém como árbitro, e o seu veredicto é irrevogável.
Castigos e recompensas são proporcionados aos crimes e às virtudes. Há crimes irreparáveis que dão ensejo a condenações perpétuas; outros há menos graves que permitem a liberdade do culpado, depois de cumprir a sentença. Se os três juízes dos Infernos estão investidos de tão importantes funções, é porque na terra foram modelos de equidade.

Representação do Inferno Grego

Radamanthys, era filho de Júpiter e da Europa, era irmão de Minos. Ao princípio esteve na Beócia, onde casou com Alcmene, viúva de Anfitrião, e foi depois estabelecer-se na Lícia. Em toda parte adquiriu a reputação de um príncipe justo, mas severo; também nos Infernos as suas decisões têm o cunho não só de justiça mas de uma rigorosa severidade. Ele é designado para julgar particularmente os habitantes da África e da Ásia. Foi ele quem ensinou a Hércules o manejo do arco. E ordinariamente representado com um cetro e sentado em um trono de Saturno, à porta dos Campos Elíseos.

Aiacos, foi filho de Júpiter de Egina, nasceu na ilha que temo nome de sua mãe, e da qual foi rei. Nos Infernos é encarregado de julgar os Europeus. Tendo a peste despovoado o pequeno reino que governava, obteve de seu pai que as formigas fossem transformadas em homens, e os seus novos súditos ficaram sendo chamados Mirmidões (da palavra grega murmex, formiga). Foi o pai de Peleu e avó de Aquiles.

Minos, notável irmão de Radamanthys e, como ele, filho de Júpiter e de Europa, governou a ilha de Creta com muita sabedoria e doçura. Para dar mais autoridade às suas leis, de nove em nove anos ele se retirava em um antro onde pretendia que Júpiter lhas ditava. Fundou em Creta muitas cidades, entre as quais Gnosse e Festo. Presidente da corte infernal, investiga atentamente a vida dos mortais e submete todas as suas ações ao mais severo exame. Representam-no com um cetro na mão, citando os mortos perante o seu tribunal, ou sentado entre as sombras cujas causas se advogam em sua presença.
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Deusa da Fortuna, banhada em ouro!

Outra divindade que preside a todos os acontecimentos, à vida dos homens e à dos povos, é a Fortuna, que distribui os bens e os males segundo o seu capricho. Os poetas têm-na representado calva, cega, de pé, com asas nos dois pés, sobre uma roda que gira, o outro no ar.

Representam-na também com um sol e um crescente na cabeça porque, como estes dois astros, ela preside a tudo quanto se passa na terra. Algumas vezes dão-lhe um leme para exprimir o império do acaso. Ela é seguida pelo Poder e por Pluto, deus cego da Riqueza, mas também da Servidão e da Pobreza. A deusa Fortuna tinha um templo em Âncio. Muitas medalhas representam-na com atributos diversos e apropriados aos sobrenomes, complacente, vitoriosa. Em Egina havia uma estátua sua tendo nas mãos uma cornucópia; a seu lado estava Cupido com asas.

A Má Fortuna é representada sob a forma de uma mulher que está num navio sem mastro e sem leme, com as velas rasgadas pelas violências dos ventos.

Representação Divina da Fortuna

Todos os esforços, todas as promessas, todas as preces do homem só aspiravam a conjurar as flechas da Fortuna; em qualquer condição, em qualquer circunstância da vida, ele encontra a seu lado uma divindade, de quem faz um auxiliar. No momento em que nasce, sua mãe é assistida e socorrida por Juno ou por sua filha, Ilítia, a bela fiandeira. Cresce, desenvolve-se, mas é-lhe precisa a saúde; recorre então a Esculápio e depois a Higéia.
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Mitologia, afinal o que é?

O termo mitologia pode referir-se tanto ao estudo de mitos ou a um conjunto de mitos. Por exemplo, mitologia comparada é o estudo das conexões entre os mitos de diferentes culturas, ao passo que mitologia grega é o conjunto de mitos originários da Grécia Antiga. O termo "mito" é frequentemente utilizado coloquialmente para se referir a uma história falsa, mas o uso acadêmico do termo não denota geralmente um julgamento quanto à verdade ou falsidade. No estudo de folclore, um mito é uma narrativa sagrada que explica como o mundo e a humanidade vieram a ser da forma que é atualmente. Muitos estudiosos em outros campos usam o termo "mito" de forma um pouco diferente. Em um sentido muito amplo, a palavra pode se referir a qualquer história tradicional.

Panteão Divino, Deuses e Arcanjos!

Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Mas nem todos os mitos têm esse propósito explicativo. Em comum, a maioria dos mitos envolvem uma força sobrenatural ou uma divindade, mas alguns são apenas lendas passadas oralmente de geração em geração.

Figuras mitológicas são proeminentes na maioria das religiões e a maior parte das mitologias estão atadas a pelo menos uma religião. Alguns usam a palavra mito e mitologia para desacreditar as histórias de uma ou mais religiões.

O termo é frequentemente associado às descrições de religiões fundadas por sociedade antigas como mitologia romana, mitologia grega, mitologia egípcia e a mitologia nórdica, que foram quase extintas, destacando a mitologia cristã que ainda hoje tem muitos devotos pelo mundo. No entanto, é importante ter em mente que enquanto alguns vêem os panteões nórdicos e céltico como meras fábulas, outros os têm como religião.

Alguns religiosos tomam como ofensa a caracterização de sua fé como um conjunto de mitos, pois isso implicaria em afirmar tacitamente que sua religião não passa de folclore. De qualquer forma, parece haver um consenso que cada religião possui um grupo de mitos que desenvolveram-se em conjunto com suas escrituras. Esse tipo de postura é particularmente recorrente em países cuja maior parte da população adere à uma religião específica, como é o caso do Brasil ou México.
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Sísifo, o homem que enganou a morte!

Zeus, revoltado com alguns feitos de Sísifo, ordenou que Thanatos, fosse buscar-lo e o enviasse para o submundo, mas de algum modo Sísifo conseguiu enganar e prender Thanatos em um jarro, o desafiando entrar e sair, mas a Morte não conseguiu mais sair! Com isso, ninguém mais morria na Terra, Hades brigou com Zeus que providenciou sua libertação.

O precavido Sísifo, no entanto, avisara a esposa Mérope para não prestar-lhe as usuais honras fúnebres, de modo que Hades, indignado, não podia recebê-lo no mundo subterrâneo. Sísifo convenceu Hades que lhe desse mais uns dias de vida para que pudesse brigar com sua esposa para ter um funeral descente. Hades concordou, e Sísifo conseguiu enganar outro Deus! Subindo para a superfície e vivendo muitos e muitos anos! 

O Castigo Divino de Sísifo

Algum tempo depois, o mais esperto e bem-sucedido ladrão da Grécia, Autólico, filho de Hermes e vizinho de Sísifo, tentou roubar-lhe o gado. As reses desapareciam sistematicamente sem que se encontrasse o menor sinal do ladrão, porém Sísifo ficou desconfiado porque o rebanho de Autólico aumentava à medida que o seu diminuía. Mas Sísifo era um homem Sábio, foi um dos primeiros gregos a dominar a escrita e deu um jeito de marcar os cascos dos animais com sinais de modo que, à medida que o gado se afastava de seu curral, aparecia no chão a frase “Autólico me roubou”... 
Certas versões relatam que da união entre Sísifo e Anticléia, filha de Autólico, nasceu Odisseu, um dos principais heróis da mitologia grega. 

As vitórias dos mortais contra os deuses, no entanto, duram pouco. Sísifo morreu de velhice e voltou ao Hades pelas vias normais. Por precaução, foi condenado a uma tarefa contínua e eterna, que não lhe deixava tempo para descansar ou pensar em fugas, ele deveria empurrar rochedo grande e pesado para o alto de um morro, quando conseguisse levar a rocha, ela rolaria para o chão e o trabalho continuaria por toda a eternidade! 

----> Dizem que ele pode estar fazendo isso agora enquanto você lê esse Blog! <----
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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Início !

Bem-vindo ao Onmyouji Carioca, uma base de dados de Contos, Mitos e Lendas Gregas, Nórdicas, Japonesas e Brasileiras.

Onmyuji's no Maangá Nurarihyon

Dentro dessas páginas, você encontrará uma coleção cada vez maior de lendas de todas as partes do Mundo em todos os períodos da história! Alguns deles nunca apareceram em português antes, enquanto outros serão intimamente familiares aos fãs do folclore mundial. Eles foram coletados de livros, da internet e de boca em boca de amantes mitológicos que se lembram dos contos de sua infância. As ilustrações que acompanham cada um são baseadas em descrições escritas ou em ilustrações contemporâneas encontradas livremente no Sr. Google, não havendo direitos vinculados ao Blog. 

Onmyouji's no Mangá Sousei no Onmyouji

O nome do Blog vem de: Onmyoji (陰陽師, também In'yōji) era uma das classificações dos funcionários públicos pertencentes à Secretaria de Onmyo no antigo sistema Ritsuryo do Japão. Pessoas com este título eram praticantes profissionais de onmyōdō (阴阳道, também In'yōdō) que é uma cosmologia esotérica tradicional do Japão, uma mistura de ciência natural e ocultismo. É baseado na filosofia chinesa de Wu Xing e Yin e Yang, introduzido no Japão no virar do século 6, e aceito como um prático sistema de adivinhação. Essas práticas foram mais influenciadas pelo Taoísmo, Budismo e Xintoísmo, e evoluiu para o onmyōdō de hoje em dia aproximadamente no século 7.

O Onmyōdō estava sob o controle do governo imperial e, posteriormente, da sua corte, a família Tsuchimikado, até meados do século 19, quando então se tornou proibido como superstição. As restrições foram abolidas e, a partir de 2006, qualquer pessoa pode estudar onmyōdō.

Abe no Seimei, o mais famoso Onmyouji

Os onmyoji eram especialistas em magia e adivinhação. Suas responsabilidades na corte variavam de tarefas, tais como manter o controle do calendário e as tarefas místicas, como a adivinhação e proteção da capital contra os espíritos malignos. Eles podiam adivinhar influências auspiciosas ou nocivas na terra, e foram determinantes para a mudança de capitais. Diz-se que um onmyoji também pode convocar e controlar um shikigami.

Onmyoji famosos incluem Kamo no Yasunori e Abe no Seimei (921-1005). Após a morte de Seimei, o imperador ergueu um santuário em sua casa, em Kyoto.

Os onmyoji tiveram influência política durante o período Heian, mas em tempos posteriores, quando a corte imperial entrou em declínio, o seu patrocínio estatal foi completamente perdido. No Japão moderno, os onmyoji são definidos como um tipo de sacerdote xintoísta, e embora haja muitos que se dizem médiuns e espiritualistas, um onmyoji continua a ser uma figura oculta.
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Basilisco, Cruel e Mortal!


Basilisco, por Leonardo da Vinci

Em algumas descrições, como em bestiários europeus e lendas clássicas, o Basilisco (em grego: βασιλίσκος; transl: basilískos , "pequeno rei") é considerado uma serpente fantástica. Plínio, o Velho, descreve-o como uma serpente com uma coroa dourada e, no macho, uma pluma vermelha ou negra. Outros autores que o citam são Marco Aneu Lucano e o médico Dioscórides. Solino e Cláudio Eliano falam do monstro no século III e Arnóbio e Aécio no V. Aeliano introduz o galo no mito, detalhe que cresceria em importância até o ponto de modificar enormemente a criatura na Idade Média. Nessa época o Basilisco era representado como tendo uma cabeça de galo ou, mais raramente, de homem. Para a heráldica, o Basilisco é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo e de olhar mortífero; em outras descrições, porém, a criatura é descrita como um lagarto gigante (às vezes com muitas patas), mas a sua forma mais aceita é como uma grande cobra com uma coroa. O Basilisco seria capaz de matar com um simples olhar. O único jeito de matá-lo seria fazendo-o olhar seu próprio reflexo em um espelho.

Basilisco em outras menções

Leonardo da Vinci escreveu que o Basilisco é tão cruel que, quando não consegue matar animais com a sua visão venenosa, mata as plantas e ervas ao redor secando-as!
O Basilisco era, aliás, muito frequentemente mencionado na literatura. Foi referido em obras de John Gay, na novela Clarissa de Samuel Richardson e nos poemas de Jonathan Swift e de Alexander Pope (Que por sinal muito bons, depois procurem). 
Curiosamente, no capítulo XVI do Zadig de Voltaire, o Basilisco é descrito como um animal muito raro que só pode ser tocado por mulheres. Surgiram lendas que o Basilisco capturava mulheres.

Basilisco no MMORPG Grand Chase

Os Basiliscos são inimigos mortais dos grifos. O parente mais próximo do Basilisco é a cocatrice. Outra história relata que quem olhar nos olhos do Basilisco viraria pedra.
• No MMORPG Grand Chase, Basilisco é o Boss de uma Fase e oculta um Player jogável por missões ou comprado por Cash. (muito forte por sinal)
Em algumas versões de Rapunzel, o Dragão que cercava a Torre era um Basilisco.

Basilisco em Harry Potter

• Em Harry Potter, o Basilisco é conhecido como Rei das Serpentes, pois ao ouvirem seu sibilo, fogem imediatamente, nasce do ovo de uma galinha chocado por um sapo. Seus poderes se assemelham aos de uma Medusa, ou seja, o seu olhar é capaz de matar instantaneamente quem o encare seu olhar, a diferença é que se seus olhos forem vistos através de um reflexo o ser é petrificado imediatamente, coisa que a Medusa não faz.
• Em Saint Seiya um dos espectros de Hades, Sylphid, usa a Surplice de Basilisco, derrotado assim como seu mestre Dohku, por Shiryu de Dragão.
• No universo da Marvel dois personagens são chamados Basilisco, um é um super-vilão criminoso e o outro é um mutante das histórias de X-Men, este último atualmente morto.
• Em Star Wars: The Force Unleashed, o Basilisco é um robô usado por "Chop'aa" na cidade das nuvens Bespin.

Basilisco em Os Cavaleiros do Zodíaco

Existem inúmeras referências e aparições dele em diversos jogos, livros e etc, me atentei apenas as mais famosas, conhece outra? Comenta ai!

link do Blog no Amino: http://aminoapps.com/p/fn8a28

---> Ficaria muito grande se eu colocasse o Basilisco na Bíblia, então farei outro texto falando dele em passagens na Bíblia. <---


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O roubo do martelo de Thor

Certa vez, Thor perdeu seu martelo e pediu à deusa Freia para que lhe emprestasse a forma de uma ave de rapina com o intuito de procurá-lo. Thor, sob a forma de um falcão, voa dirigindo-se para bem longe e fica sabendo que seu martelo mágico, a única arma suficientemente capaz de enfrentar os gigantes, está no poder de um deles de nome Thrym, que vive no fundo da terra.

Thor x Jötnar







Thor, então, pede que seu martelo seja devolvido no que o gigante recusa, advertindo que o devolveria apenas se a deusa Freia aceitasse casar-se com ele, algo que a deusa toma como uma ofensa. Logo orientado pelo oráculo Heimdall a disfarçar-se de Freia concordando com o pedido de casamento e assim recuperar seu martelo, parte juntamente com Loki para Jotunheim, a Terra dos gigantes, a bordo de sua carruagem sob o espetáculo de raios e trovões.

Chegando à Jotunheim, é efusivamente recepcionado por seus anfitriões gigantes, que se espantam com a sua fome e seus olhos flamejantes sob o véu que Thor veste. Loki, disfarçado então de serviçal, tranquiliza-os argumentando que a 'deusa' estava há várias noites sem comer e dormir devido à angústia e ansiedade do casamento. Quando logo o martelo é colocado no colo da falsa noiva, Thor se revela e mata o seu noivo gigante e todos os outros convidados ao redor, retornando triunfalmente para Asgard.
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Narciso e Eco

O nome Narciso (tema narkhé = torpor, como em narcótico para nós) já parece indicar o que sua existência significaria: sua beleza entorpece, atordoa, embaraça a todos aqueles por quem ela é vista. Mas também, por sua ascendência, Narciso tem estreita relação com a ideia de água, escoamento e fertilidade, por parte de pai, bem como mansidão, voz macia e leveza (por parte de mãe). Tudo isso influenciaria sua vida. Vejamos por quê.

Narciso e Eco
Conta-se que, certa vez, Narciso passeava nos bosques. Perto dali, a ninfa ECO, que era uma tagarela incorrigível, acompanhava-o, admirando sua beleza, mas sem deixar que a notasse. Eco, em virtude de sua tagarelice, foi punida por Hera, esposa de Zeus, para que sempre repetisse os últimos sons que ouvisse (por isso, na física, chamamos de eco a reverberação do som). Por sua vez, Narciso, suspeitando de que estava sendo seguido, perguntou: “quem está aí?”. E ouviu: “Alguém aí?” Então, ele gritou novamente: “Por que foges de mim?”. E ouviu “foges de mim”. Até dizer “Juntemo-nos aqui” e ter como resposta “juntemo-nos aqui”. Toda essa repetição acabou deixando Narciso angustiado por desejar amar algo que não poderia ver.

Dessa forma, Narciso entristeceu-se e foi à beira de um lago, onde, de modo surpreendente, deparou-se com sua imagem nos reflexos da água. Como nunca antes havia se olhado (pois sua mãe foi recomendada a não permitir que isso ocorresse), enamorou-se perdidamente, acreditando ser a pessoa com quem estava “dialogando”. Por isso, tentou buscar incessantemente o seu reflexo, imergindo nas águas nesse intento, mas acabou morrendo afogado. A ninfa Eco sentiu-se culpada e transformou-se em um rochedo, vivendo a emitir os últimos sons que ouve. Do fundo da lagoa, surgiu a flor que recebeu o nome de Narciso e tem as suas características.
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Yuki-onna

Yuki-onna (雪女? mulher da neve) é um espírito ou youkai encontrado no folclore japonês. É uma figura muito comum na animação, mangá e literatura japonesas.

Yuki-Onna - Snow Fair
Segundo o folclore, as Yuki-Onna cantam para seduzir os homens, fazendo-os se perder nas nevascas e morrer congelados. Frequentemente elas aparecem na forma de mulheres belas e jovens, e em muitas lendas elas se apaixonam por homens e se aproximam deles, casando-se e constituindo família, tendo filhos, inclusive. Entretanto, a história de amor sempre finda com o desaparecimento dela num dia de maior bruma ou de tempestade, provavelmente quando o chamado de seu mundo se torna mais forte. Terá um Capítulo bem detalhado contando sobre duas Lendas em nosso Projeto E-Book: Contos de Youkai.
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